27 de jul de 2011

Oito motivos para sumir da internet


to aproveitando o tempo que não estou na internet pra completar essa lista aí.

16 de mai de 2011

Família, família, cachorro, gato, galinha

Via @odeiomate.

Bon Iver - Calgary

Olha a música nova do Bon Iver. Ouvi uma vez, achei boa. Poderia estar na trilha do finado The O.C. Se liga no widget aqui embaixo.









"Calgary" faz parte do segundo disco do Bon Iver (lê-se "bom iver" mesmo, para os PRINCIPANTE), seguindo o SENSACIONAL For Emma, Forever Ago, de 2007. Sai nos EUA no dia 21 de junho pela Jagjaguwar e na Europa em 20 de junho, via 4AD.

11 de mai de 2011

Pornografia mascarada

"Why do we cover our bodies but display our faces?"

É o próprio artista, Ben Hopper, quem explica:
"Naked Girls with Masks is bold bodily communication, a parody of the self-censorship we all succumb to everyday."
Tunguei fortemente da Behance Network. Clica na foto para ver o resto.

James Blake - Wilhelm's Scream no Jools Holland


Muito bonito o James Blake realmente TOCANDO Wilhelm's Scream nos EUA.
Esse sim seria bacana ver em algum festival aqui no Brasil.

Lindas capa: Chicago



Bixow, essa capa de 78 do Chicago é simplesmente sensacional, tamanho o HORROR que eu sinto que eu olho pra ela. Olha o Peter Cetera agarrando o carinha de boina, puta merda, genial.

Lembrei dela pq fiquei com vontade de ouvir isso aqui:


dreambear: Black Light Dinner Party e Body Language

Dois sons bacanas:

Este aqui é Black Light Dinner Party, banda de uma música só, aparentemente formada por quatro produtores. Vibe Miike Snow, electro retrô, casa bem com o Cut Copy. O som tá rolando faz um tempo pela internet, e a repercussão na BLOGOSFERA é bem positiva. Vamos aguardar o álbum.

O Body Language eu descobri hoje, mas esse som é de janeiro deste ano. Lembra as coisas do Bibio, feel good dance, mas com aquelas cores oitentistas, tons menores, criando o clima de "saudade do que mal vivi ou evitava viver" que tá tão em voga.

No bandcamp deles, parece que o EP Social Studies ficou disponível para download (inclusive em flac) por algum tempo. Agora é só pra streaming e eles deixaram lá um recadinho MISTERIOSO:
YOU CAn'T DOWNLOAD THIS ALBUM. DONT FREAK OUT, THE D/L WILL BE DOWN FOR A BIT OF TIME.. BIG ANNOUNCEMENTS ON THE WAY.. <3
Dá pra achar em torrent ou no soulseek, procura aí.

Ambos os vídeos foram produzidos pela dreambear e dirigidos por Alexander Jorgensen, que eu não sei quem é. Mas é por isso que coloquei os dois no mesmo post.

10 de mai de 2011

Anos 90 tão voltando e eu quero é mais


A onda agora é a galera de 25 anos ficar saudosista e começar a animar as pistas com os sons que nossos irmãos e primos mais velhos ouviam antes de ir pra Sunshine ou pra Toco quando tínhamos 5 anos.

Aproveitando a onda, a molecada organizou o Tiger Robocop (que era como a gente entendia o nome do golpe do Sagat, do Street Fighter, na época), no Dynamite Pub.


Eu vou aproveitar e colocar uns sons lá tb. Tipo esse aqui.


No dia 20.

Vambora!

ESCORREU: Booker T. - The Road From Memphis


Como tínhamos comentado outro dia, vazou hoje (eu acho) o novo do Booker T., produzido pelo ?uestlove do The Roots, que inclusive tá no Estadão deste fim de semana, falando de política, música e trajando um digníssimo pente-no-black-power.

Tá com preguiça de baixar? Dá uma sapeada então:





TV on the Radio

Esse post tá aqui nos drafts desde o dia 15 de abril (um dia depois do show ir ao ar no Letterman). No dia 20 seguinte, o baixista deles, Gerard Smith, faleceu de câncer no pulmão. a doença tinha sido diagnosticada em março deste ano, e desde então ele vinha lutando contra.

No vídeo, é o Jaleel Bunton tocando baixo/teclado.


Show inteiro do TV on the Radio no Letterman. Um lindo show, de verdade, energia pura.

15 de abr de 2011

Anita Baker - You Bring Me Joy



Essa música linda, essa mulher canta muito, e o Zach Galifianakis vai ser daqui há alguns anos o meu comediante vivo predileto.


10 de abr de 2011

Uma gata e uma música #4


Deixei o blog paradão nessa semana pq o bixo PEGOU na redação com lance lá em Realengo. To voltando, se preparem.

Contagem regressiva para férias profissionais, PORTANTO mais tempo livre para trazer umas lindas e uns petardos para vcs.


PJ Harvey - On Battleship Hill



CLIPE NOVO DA PJ HARVEY

Achei bonitinho e tem bem o clima do disco novo dela, o Let England Shake. Soturno e escocês, um gótico de kilt que toca ukelele.

O vídeo é dirigido pelo fotógrafo Seamus Murphy, que tá fazendo um vídeo para cada música do álbum, tudo nessa mesma vibe casarão-de-madeira-com-móveis-rococó.
Peguei lá na NPR.

5 de abr de 2011

Deftones e Cypress Hill nublaram o Credicard Hall

"Raise your hands for Capitón Marijuana!"

SÃO PAULO - Na madrugada desta segunda para terça-feira, 5, a Lei Antifumo de São Paulo não estava valendo na pista do Credicard Hall. Quando os rappers norte-americanos do Cypress Hill subiram ao palco, por volta das 22h, a fumaça de cigarro e maconha impregnou a pista da casa de show.

Não obstante, logo nas primeiras músicas (mas longe das câmeras, que só clicaram as primeiras três músicas), o vocalista B-Real acendeu um cigarro, levando o público, fumante ou não fumante, ao delírio. Tudo isso ao som das batidas hip-hop com sotaque latino do grupo californiano, que está na ativa desde 1988.

Escrevi pro Estadão.com.br algumas observações sobre o show do Cypress Hill e Deftones ontem, no Credicard Hall, cu do judas de SP.

Sensacionais fotos da colega Natália Russo.

1 de abr de 2011

Foo Fighters - Wasting Light

Já to ouvindo e digo, ainda na terceira música: melhor disco dos Foo Fighters desde sei lá quando. O Dave Grohl largou de ser cuzão na própria banda.

Ouve ai embaixo.


31 de mar de 2011

Uma gata e uma música #3



Já já chega. Só esperar. Vamo nessa. Olha aí o clipe novo do The Sword. Tosco, mas o som é bom.


30 de mar de 2011

Dança do Street Fáit (mashup com Morre Diabo)



Não é necessariamente engraçado, mas tem o seu valor.

Via @dlima

Santo André é a capital nacional do flerte



Santo andreenses, como eu, comemorai-vos! O gigantesco viveiro industrial do ABC paulista alcança um status inédito, digno de notoriedade internacional.

Segundo um estudo feito pelo badoo.com, que se auto-entitula "a maior rede social do mundo para encontrar novas pessoas", Santo André é a "cidade onde mais se flerta no Brasil".

O LEVANTAMENTO é resultado do "maior estudo já realizado sobre flerte online", que eles definem como LOOSELY como "iniciadas por mês pelo usuário médio Badoo em cada modalidade". Modalidade do que? Qualquer conversa serve como flerte? Ah, enfim, eles dizem que o usuário do Badoo em Santo André (cerca de 10 pessoas, segundo as minhas fontes), inicia 15,3 flertes online por mês.

Tem umas aspas ótimas do DIRETOR DE MKT DO BADOO:
"Este é um dia de orgulho para Santo André", diz Lloyd Price, diretor de marketing da Badoo. "Quando se trata de flertar, Santo André não fica mais na sombra de São Paulo".Que bom mesmo!
E, de acordo com o release, ficamos sabendo também que Santo André é conhecida por ter sido o palco do primeiro gol profissional do Pelé.

CURIOSO que o segundo lugar da lista ficou com Desterro, cidade de 8 mil habitantes e cerca de dois usuários do badoo, no interior da Paraíba. E São Bernardo do Campo e Campinas em terceiro.

O Brasil, segundo o próprio release, é o países com mais usuários do badoo no mundo. Aproximadamente 10 trilhões de emails cadastrados, porém somente 15 utilizaram a rede nos últimos seis meses (isso eu apurei com as minhas fontes também).

E você, que ascendeu à classe média recentemente já planeja aquele mochilão, se pergunta: qual a cidade do mundo onde mais se paquera? Pois bem, segundo ELES MESMOS, a cidade com maior índice de flerte/mês é Atenas, com 25,7 flechadas online de cupido. Moscou e Cidade do Kuwait acompanham, com 25,5 e 25,4 approachs virtuais mensais.

Para os andreenses e moradores da região que desejam explorar a cidade, agora aproveitando ao máximo todo o potencial de integração social do município, a revista Veja dá a dica: o melhor lugar para paquerar no ABC é no B.A.R. Figueiras, na Rua Figueiras, nos Jardins da cidade.

O @luizraatz que me mandou o release no email. Culpem ele.

Crystal Stilts - Through The Floor


Pra ir acordando aos poucos, sem pressa. O impactus tem o disco inteiro pra baixar, pode colar.

Uma gata e uma música #2

E vamo de Heatmiser, aquela banda do Elliot Smith e do Neil Gust que é legal pra caralho, tem uns sons mais pesados, diferente da depressão "Leonard Cohen em filme do Adam Sandler" dos solos do Elliot Smith (que eu gosto muito também).

29 de mar de 2011

Firefox 4 vs. Internet Explorer 9



Detalhe que o infográfico tá hospedado em um servidor da Mozilla

O @viniciuskmax mandou esse link aqui, comparando o quão moderno (atual) é o Internet Explorer em comparação com o também recém-lançado Firefox 4.

Bem, foda-se. Em casa eu to usando o Chrome, na maior parte do tempo, mas não pq eu PREFIRA ele tecnicamente, mas só pq ele rolava melhor no meu outro PC que era uma carroça. Ai quando dei o UPGRADE (aliás, um belo salto qualitativo, fui de AMD Sempron pra Pentium i7 direto), continuei usando o Chrome. Mas tenho tanto o IE9 quanto o Firefox 4 instalado aqui.

A minha impressão é de que o Firefox é realmente mais rápido, mais leve, e se integra muito melhor a um ambiente web mais ARROJADO, com todas as traquitanas de HTML5, geolocalização, CSS3 e etc.

A partir do que eu li por ai, parece que o IE9 tá é correndo atrás do prejuízo de compatibilidade acumulado dos últimos anos. A Microsoft continua líder (até pq a grande maioria dos PCs ainda é Windows e já vem com ele da loja, o que já dá uma larga vantagem para a empresa logo de cara), mas perdeu muito espaço para a concorrência nos últimos 5 ou 6 anos.

Eu acho é bom que a Mozilla, a Microsoft e a Google se digladiem até a morte. Só quem sai ganhando é a gente, e principalmente a comunidade de programadores, que pode ir aos poucos impondo uma pauta própria de mudanças de linguagens e procedimentos e etc.

Slow Hands - Rough Patch


Som bacana, electro, baixão meia-bomba mas que marca a cabeça do beat. Climão de neo-disco, mas com pegada quase post-punk, vocal etéreo.

Wolf + Lamb vs. Soul Clap

Provém de uma mixtape do selo alemão !K7. Caçando por ai, descobri que a mixtape faz parte da "legendary DJ-KiCKS series" (que eu não conheço, me perdoem) e foi arranjada por uma dupla de duos (sic): o Soul Clap (Eli Goldstein and Charles Levine), de Boston, e o Wolf + Lamb (Zev Eisenberg and Gadi Mizrahi), do Brooklyn.

Owen Pallett - Lewis Takes Off His Shirt


Eu to tentando resistir à tentação de colocar som recente aqui, pq acho que todo mundo faz isso e música com menos de 6 meses de mercado é commodity, tem muita oferta.

Mas ouçam o Owen Pallett com o coração. O disco é meio irregular, um clima de Postal Service curtindo as férias de verão, mas essa "Lewis Takes Off His Shirt" é ótima, dá uma boa pista.

Old but Gold: Armin Meiwes

Olha a carinha de fome dele que bebêzão. Foto: Guardian

A @odeiomate e o @alpn00 relembraram desta DELICADA história sobre Armin Meiwes, o alemão que usou um fórum da internet para xavecar um outro ser humano e o convencer a lhe ceder, gentilmente, a sua própria carne para um banquete.

Detalhe que a "vítima" só topou com uma condição: ele também deveria comer um pedaço dele mesmo, além de morrer lentamente. Bibibi, o cara comeu um pedaço do pinto, foi morto a base de sedativo, pra a partir daí o "O canibal de Rotenburg" pendurar o corpo do amigo em um gancho, destrinchar, guardar na geladeira e comar a carne por meses. Esse parceiro aí do lado foi o prato principal, o Bernd Jürgen Armando Brandes, um engenheiro alemão de 43 anos.
"A carne era um pouco dura."

"A carne tem sabor de porco, um pouco mais amarga e mais forte. Tem um gosto muito bom."
Quando a carne acabou, Meiwes voltou para o fórum e foi a caça novamente. Porém, nesse ÍNTERIM, um incauto o denunciou à polícia.

A história é velha e já faz parte da história da Internet. É um clássico, já virou filme e música.

Maiores, mais sangrentos e mais gráficos detalhes no Diabólico e Sinistro, de onde eu roubei descaradamente tudo que está nesse post.

Ah, achei no Guardian um texto do Martin Robbins (esse lindo) que discute: qual é o gosto da carne humana.

EDIT 29/03/11 0h55: é óbvio que o @alpn00, um homem à frente do seu tempo, em menos de 30s encontrou um documentário sobre o caso. Para assistir (com legendas em inglês e streaming) clica aqui, fera.

28 de mar de 2011

A pancada une


Booker T. + Sharon Jones + The National

Olhem só MAS QUE BELEZA que a Pitchfork tem lá pra gente ouvir:

O Booker T. convidou a Sharon Jones e o Matt Berninger, vocal do The National, pra participarem de "Representing Memphis", lindo southern soul que, como o próprio nome diz, é Memphis blues puro (porém com aquele toque neo-soul, pra não perder o bonde).

E o name-dropping não pára por aí. O ?ueslove, do The Roots, produziu o disco junto com Rob Schnapf (que trabalhou com o Beck no início d carreira e produziu o Elliot Smith). Ah, e a banda que acompanha o Booker T. é ninguém menos que o próprio The Roots.

MAS NÃO ACABOU. No The Road From Memphis, que é o disco novo do Booker T., você vai encontrar, além da faixa SUPRACITADA, um cover instrumental de "Everything is Everything" da Lauryn Hill.

Sente o drama.



O disco sai no dia 10 de maio lá fora, pela Anti-, mas NINGUÉM SE IMPORTA, pq provavelmente você vai poder baixar as músicas umas semanas antes do lançamento.

Uma gata e uma música


E toma um som para dar aquela saudade do que você mal viveu ou evitava viver.

26 de mar de 2011

Som de pobre: Fernando Mendes


Você provavelmente nunca ouviu falar, mas se os seus pais já passaram dos quarenta e não viveram numa bolha (ou no exterior) nos anos 70, eles conhecem essa cabeleira aí. Esse disco vendeu milhões em 1975, o Fernando Mendes fez trilha para novela global, música de protesto contra ditadura, caiu no ostracismo, e teve um revival, quando o Caetano Veloso fez uma versão modernete para "Você não me ensinou a te esquecer" para o filme "Lisbela e o Prisioneiro", em 2003. O de sempre.



No sábado eu fui obrigado pelo meu pai a ouvir uma meia-dúzia de vezes esta música, que é sensacional, com esse climão Nick Drake, uma letra melancólica sobre a paixão por uma menina de cadeira de rodas.

E sempre que ouço o Fernando Mendes, ou o José Augusto, enfim, penso "se o Vanguart pegasse essa música e tocasse AGORA, sem falar quem é o compositor, tenho certeza que ia ter muito blog replicando o vídeo e muito like no Facebook".

Acho que, não só ele, mas todo esse pessoal dos anos 70/80 e que é considerado "brega" (que por si só é algo perjorativo, já que o próprio termo implica um preconceito de classe) é em grande parte esquecido pela história oficial da música brasileira. Waldick Soriano, Odair José, Reginaldo Rossi, Fágner, esses sim eram cantores POPULARES, que vendiam milhões e eram onipresentes em todas as rádios da época. Mas o público era em sua maioria de classe baixa, o que já diminui as chances de conseguir uma permissão do MinC para captar um R$ 1,8 milhão livre de impostos entre o empresariado mecenas do Brasil.

To fazendo essa análise rápida e superficial só para ter um motivo para colocar as músicas acima mesmo. Quem faz bem essa intersecção sociológico musical é o Pedro Alexandre Sanches, faz favor de acompanhar ele.

25 de mar de 2011

Darwin Deez e Nova Records



Vi o Trabalho Sujo ouvindo essa e reclamando do frio. Achei bacana o som.

Depois encontrei uma coletânea da francesa Nova Records que tinha essa música. A compilação é boa, tem Quantic, Aloe Blacc, Jamie Lidell fazendo o Prince, Nas & Damien Marley e etc. Nenhuma grande novidade, mas é divertido.

Quase ao vivo #1


Todd Rundgren tocando "Hello It's Me" (na minha percepção é a música dele mais conhecida pelo grande público) em 1973, em algum programa de TV norte-americano que eu não consegui descobrir qual é.

Os comentários no youtube são sempre um show a parte e, sem querer, dão o motivo do post:
"you and freddie mercury are either related or addicted to the same drugs, because you look alike"

"we found gaga's dad"

"Liv Tyler looks more like Todd imo. Lady Gaga resembles him too. She copies his style."


Esse não é playback. Elton John tocando "Razor Face" em 1971, pra BBC. Com um power trio genial. Não consegui descobrir os nomes do baixista e do batera.

Coloquei esses vídeos por que tenho ouvido muitos esses dois (hoje) senhores. Acho que 2011 tem 66% de influência direta desses cara e da época deles, da circunstância da época.

É sempre aquela coisa: superficialmente a situação é outra, mas o esqueleto do que a gente acha que é música pop atual tem bem umas dezenas de ossos ROUBADOS dos mausoléus das obras do Elton John e do Todd Rundgren. O Freddie Mercury também tem um papel importante nisso aí.

A influência do Rundgren não é óbvia, eu sei, a carreira dele não foi comercialmente bem sucedida no mundo como a do o Elton John. Mas um outro dia eu toco nesse assunto.

EDIT 25/03/11 2h08: O @diboua discordou no twitter, falou que a Carole King "soa exatamente como esses caras", o que eu concordo, mas "trocou as fraldas dos Beatles".

Aí eu discordei.

O Tapestry, que é o disco que realmente LANÇOU a Carole King para o público do universo é de 1971. Ela é contemporânea dos caras. É só conferir a cabeleira e os timbres desse vídeo também de 71, também para a BBC.



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