Não vou ficar falando muito não. Desde 2006, ano em que os paulistanos lançaram um EP, esse disqueto é muito aguardado. E é fino demais. Somente ouçam.
Justin Broadrick, o pica das galáxias, em sua última incursão nos barulhos do inferno. Só que, nesse Posthuman, a casa do capeta é um baladão techno em 1992.
E, na mesma jurisprudência, já já tem o long play do Elma.